Minha Aldeia (Penso)

 

 
                Mapa de Localização de Penso

 

 

Mapa de Penso 1 por 10 KM

 

Penso é uma povoação ribeirinha. Numa velha quinta dos Fidalgos de Penso distinguiam-se as armas dos Pimenteis e dos Gouveias.

A sua igreja dedicada a S. Sebastião tem altar-mor e dois altares colaterais com talha joanina.

Foi mandada reformar em 1919 por F. H. Pinto, nos dizeres de uma canela e foi renovada recentemente.


 
   

Informações Úteis

 

 

 

NOME DA FREGUESIA:                Penso

 

 

DISTÂNCIA A SERNANCELHE:   6,4Km

 

 

Nº DE HABITANTES:               320

 

 

ÁREA:                                   771 ha

 

 

POVOAÇÕES:                              A.de Barros, Penso

 

 

PRESIDENTE DA JUNTA:            Abel Pinto Cardoso

 

 

TELEFONE:                                  00351254595830

 

( HISTÓRIA de Penso)

 

( Penso Terra da Nossa Beira )

 

A meio da encosta do Monte da Borralheira contraforte da Serra da Lapa ,que a Nascente desde para o vale do Távora, ergue-se acolhedora a Aldeia de Penso cujo termo entesta, para o sul, com os terrenos da Vila da Ponte, para poente, com a lameira de aradas e Granjal, para Norte, com a ribeira da avisca, e para lá dela com o território lugar anexo de A-de-Barros que confina como o de Forca, Carregal e Prado de Baixo, este do Concelho de Moimenta da Beira.

O casário da povoção estende-se de um e de outro lado da Estrada número 226!

A Nascente desta ficam os Bairros Populares das Eiras e outeiro e a ponte as casas do cimo do Povo com o solar  dos Pimentéis e Gouveias.

O Gelimar (Rio) divide a Aldeia no

sentido Oeste, Leste.

Ao passar em Penso atente na Fonte de duas bicas que á beira da estrada lança

em qualquer época do Ano duas polegadas de água para o Tanque adjagente...

Por detrás dela admira a linda Janela Manuelina, inerastada na parede de um palhal, a estrada de São Mateus, do antigo Regedor

Aurélio da Fonseca.

[[o meu Avô]]

Em frente, repare no adro da Igreja mutilada com a construção de uma escola de

dois lugares edificada no sitio mais

impróprio da povoação.

Entre sem reais na Igreja que apesar, dos seus Altares simples, a vai encontrar

limpa e arranjada...

Das traseiras dela, siga pelo amal que se passa pela ponte Romãnica do Pontigo,

vá até Freixinho, um desvio de 2 (Km), visite o extinto Convento das freiras e delicia-se, com a especialidade das famosas Cavacas  que as Religiosas legaram aos vindouros.

Faça uma visita ás excelentes instalações do lagar de azeite do Pontigo, este pertencente a António de Aquino e á Moagem do povo.

Na quinta do paço onde o Tenente Coronel, António Nunes Rica, casado com a senhora

Dona Adosinha Veiga Rica, viveu alguns anos isolada na labuta e orientação da

sua casa agrícola.

Vivi em Penso 17 Anos, em todo esse tempo creio que nos compreendemos e vivemos na melhor harmonia como bons amigos.

No tempo em que pelos arredores se notou um surdo de roubos, o Tenente Coronel aparece

em minha casa com um maço de notas de algumas dezenas de contos para entregar á minha guarda face dos factos e para efeitos psicológicas peguei no maço puxei a gaveta da secretária que tinha na saleta da entrada, atirei para lá com ele, e encostei-o a seguir.

Notei imediatamente uma preocupação no Tenente Coronel Rica.

Ao deitar milho ás galinhas que sempre levava o chapéu de palha que usava no campo, era

frequente enxotar aos gatos da

capoeira dizer-lhes:

Fiquei por isso, convencido que voltaria breve buscar o dinheiro para ferolhar de novo num recanto da casa do paço.

Uma vez que o viu ficar então desdenhei com pretexto fútil, justificar e reembolsar, o maço das notas em cima da gaveta onde fora colocado com júvilo para ele e alivio para mim.

Quem não põe não come ! Comentava irreverente o procedimento dos videirinhos e camuflados.

Volte a Penso á saída para os lados do cemitério observa a linda casa da Quinta de São Luis, das Veigas de construção moderna, elegante e boa.

Cá ao fundo repare no destoante da casa do Hilàrio que se destaca pelo verde berrante das paredes e o vermelho alaranjado

das portas e caixilharia.

Recordo com saudade o falecido António Cardoso e relembro a sua conversa ligada á psicologia do seu cão preto e barbudo, manso  para todos e respingão apar o vizinho que farejava ao longe quando de noite carregava abóboras, couves e nabos alheiros para cevar o bacorinho que grunhia no cortelho da casa.

Acompanhado pelo António Areia, meu aluno, percorri tanta vez o rio nas tardes

próprias, entretido na pesca.

Que saudades desses tempos !!!

Não me esqueço da truta que o pelão vivo ao pino do meio dia de Agosto, na açuda do Jambão, e apertada a seguir por ele por mim e o Areia entre duas redes depressa a vimos

saltar no meio delas.

Que belo exemplar com o peso de um quilo e oitocentos gramas!

E as que pescam na ribeira de Aradas!?

E as trutas e os barbos que na açuda do Pontigo, numa manhã de Julho, apanhámos e cobrimos com uma saca á aproximação do Abel de Aquino e este ao levantá-la se sentiu perturbado por uma véspera ter feito ali uma pescaria sem rendimento, estas  recordações  vivas, de um passado que não volta a despertar em nós fundas saúdades como os trechos do rio encantadores e fortes pinceladas de verduras renovada, sinto os encantos de uma esperança que se aproxima.

Espero percorrer o Távora e seus afluentes para rever melhor o anário de beleza natural de maciços lendários do saltar da água e desfazer-se em espuma em salpicado de gotas, e dos sabugueiros e flores silvestres dos murmúrios e gemidos dos brados e ecos profundos e de gorjeia alegre de aves de tudo quero impregnar o espiríto na visão do presente antes que a albufeira do Távora afogue e alague os moinhos, as fruteiras, as vinhas e lameiros, os fragões grotescos e relvados os fetos e flores ribeirinhas, as urzes do sopé dos montes suspiros de ais sob a tampa sepuloral da água inundada.

Suba á direita pela rua que vai até ao cimo do povo análise á ponte sécular advelas graniticas e pequena nascente de água.

Repare mais adiante no pórtico, como brasão dos Pimentéis, casa dos fidalgos.Entre no interior do pátio onde uma tília gigantesca da magestade casa sdarenga que apesar de não ter arte tem comodidades e tem muito valor porte ser muito antiga, volte á esquerda e suba dois degraus de pedra na entrada para o jardim que tem ao fundo emoldurada em renques de verdura a capela do Santissímo Sacramento com o brasão dos Gouveias. O Abade Vasco Moreira na (monografia de Sernancelhe) faz-nos esta descrição; a casa não tem arquitectura notável mas é uma linda e graciosa habitação se a avaliarmos no quadro pitoresco da Natureza

em que se engasta.

Cercam-na em todos os lados campos férias, matas frandosas,em que arborização desdobra-se um lindo jardim para que se rasgam portas que dão serventia para as duas varandas. “Este jardim tem beleza e encanto e todavia está pela ausência dos seus senhores.

Foi talhado a primor dentro canteiras uniformes, desmarcados pela verde murta e um pinheiro do Norte e mege do meio se abrir lá no alto na farta pirâmide da sua ramagem largas ruas, ladeadas de renques de loureiros circundam esta quadra ao fundo da qual a capela do Santissímo Sacramento sede de vinculados Gouveias, se sobreleva no fundo de um cenário de verdura que mais parece fantástica do que real.

Uma fonte rega tudo, depois do jardim começa a mata, pitoresca, pelas suas belezas alpestres.

O orago da freguesia é o Martír S.Sebastiäo tem cerca de 600 habitantes com 140 fogos.

A enciclopédia (Luso Brasileira) diz-nos que Penso ração da montada tem aqui o seu étimo.

O rio Guimar indica que os Germãnicos estiveram por ali.

O lugar foi pertença de D.Clara Rodrigues que o herdou de seus pais Senhora do Castelo de Caria e depois doado no Castelo de Vimarense.

Mais tarde foi adquirida para a

Coroa e ficou dependente de Caria .

Desde o tempo de D.Afonso I que a honra de Caria englovava Penso, separado da honra de Fonte Arcada pelo rio Távora em 23 de Maio de 1681 foi instituído o Morgadio de Santissímo Sacramento pelo desembargador André da Silva Mascarenhas vínculo quis mais tarde passou  para a posse dos Viscondes de Moimenta da Beira pertencentes a Caria até á entinção deste Concelho e depois a Sernancelhe só no século 16 foi elevado á freguesia de A-de-Barros povoação anexa a Penso tem largas tradições históricas, foi lá que se hospedou o rei D.Dinis em casa de um lavrador que

passou a ser fidalgo .

A familia Noronha de A-de-Barros extingue-se com o falecimento em 1876 de António Perfeito Pinto Osório, viúvo de

Dona Antónia Guedes Cardoso.

A Santa casa de Misericórdia do Porto foi a herdeira da Nobre e Rica familia

cujos os haveres eram abundantes.

A-de-Barros além de ter uma familia numerosa de diplomádos os Costa Cunha Cardoso e o Monsenhor  Dão Manuel Cardoso em Penso há já advogado e um padre e ainda

varios professores.

A freguesia teve agora um melhoramento importante a instalação da luz eléctrica.

Que Penso continue a progredir na paz e abor da sua gente de expressiva simplicidade e por isso, digna da graça divina sem que se quedar a olhar com templativa a quem, á sorte e á vontade dos homens possa bafejar.

 

(( A casa Grande?! ))

 

Esta casa foi mandada construir pelo nosso Rei Dão Dinis contam os antigos que os primeiros moradores deste lindissimo solar foi um conde.

Esta casa com uma nobra chamada: Elisia Pimentel e o Conde era advogado e ia para a cidade de cavalo, passado muitos anos após muita esperanca tiveram a sua filha tão desejada, esta era lindissíma quando atingiu os 18 anos os rapazes da vila andavam sempre atrás dela até mesmo de noite, os pais com o pressentimento de vidação ou outra coisa parecida foram obrigados para proteger a filha pôr uma grade na janela no seu quarto, este Conde tinha muitas dividas por isso quando vinham os exércitos para lhe quebrar os impostos, ele e a sua familia escondiam-se num esconderijo ao qual tinham a casa passado por uma passagem secreta.

A volta deste lindissímo solar existe um jardim tem-se acesso a uma capela onde antigamente se iam confessar onde iam á missa, sendo a propriedade bastante grande esta é também composta por um tanque, um forno,

uma fonte e um celeiro.

Na entrada do solar está um lindissímo Brasão que é composto por vários desenhos cada um corresponde a um nome do Conde assim a:

Concha-Gouveia;Coroa-Pimentéis.

Agora os actuais propriatários säo

Maria Júlia Fonseca Lopes Martins e seu marido:

Manuel Carlos Martins

 

Fim

 

Autoria de : 

 

Lurdes Pereira

 

 

 

 

Igreja Matriz de Penso

 

 

 

Solar dos Noronha do Séc.XVII    

  

Brasão dos Noronha                Janela Manuelina (São Mateus)

Fonte de Penso

Fonte de Penso

Moagen de Penso

Moagen de Penso

Imagens da Igreja de Penso

Imagens da Igreja de Penso

Imagens da Igreja de Penso

Imagens da Igreja de Penso

Imagens da Igreja de Penso

Igreja vista por dentro

Igreja vista por dentro

Vista completa de Penso

Vista da Sª.das Necessidades

Vista do Cima do Povo

Vista do cima do Povo

Emblema do Benfica feito de uma mó de um moinho de pedra . Encontra-se em Penso

Antiga Casa do Regedor de Penso

  Ponte do Pontigo Ligava antigamente Penso e Freixinho



 

 

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